3 exercícios com peso do corpo que podem lesionar seus joelhos

Alguns exercícios podem comprometer sua saúde quando não são bem executados. Entre eles, os campeões são aqueles que envolvem pesos.

Não há prevenção maior ou melhor para esses riscos do que um bom acompanhamento, seja ele de um personal trainer ou mesmo do seu professor na academia – que nunca deve deixar de ser chamado quando pintar uma dúvida, sob pena de uma lesão surgir e te afastar por um longo tempo dos seus treinos preferidos e da qualidade de vida que você construiu através do esporte.

No entanto, mesmo com a certeza de que tudo está sendo feito conforme a instrução do professor ou do personal, alguns exercícios podem danificar as suas articulações, especialmente a dos seus joelhos. Isso pode ocorrer mesmo quando não utilizamos nenhum peso para potencializar o resultado da série, usando apenas o peso do corpo.

Esse tipo de atividade acomete pessoas de todas as idades, diga-se. Logo que eu comecei a praticar atividades físicas em academias, fui apresentada ao salto seguido de agachamento, que eu fazia apenas com o peso do corpo.

exercícios

Esse exercício, ainda que não envolva um peso extra, destruiu meus joelhos e fiquei afastada dos treinos por alguns meses devido à dor intensa que sentia, o que atrapalhava, inclusive, minhas atividades cotidianas, tais como subir ou descer as escadas que levam ao meu próprio apartamento.

Isso chegou a tal ponto, que tive de ir ao médico, tomar anti-inflamatórios por um longo período e procurar até mesmo fisioterapia.

Mas o que aconteceu de tão errado assim nesse processo? O exercício é ruim? Não deve ser feito? Nada disso. Faltou, apenas, atenção minha para com meu próprio corpo, que já dava sinais de que algo não ia bem.

Como nosso corpo busca sempre a posição mais confortável para ele – o que não quer dizer que seja a mais anatômica, nem sempre percebemos que o pé de base, por exemplo, está virado mais para fora do que deveria estar, fazendo com que nosso joelho se volte igualmente para fora e tenha uma rotação inadequada e de nenhuma forma anatômica.

A parte legal dessa minha primeira experiência é que depois do trauma veio a bonança: voltei para a academia muito mais consciente dos exercícios que eu poderia fazer, dos limites do meu corpo, das minhas necessidades e, principalmente, do que é um movimento anatômico e do que não é um movimento anatômico.

E isso, saiba: pode ser percebido na hora em que fazemos o exercício. Nem antes, nem depois. Se está doendo a articulação, pare e chame seu professor. Se está doendo a musculatura de forma suportável, se está aquecendo ou só mesmo cansando, vá em frente: é o seu exercício dando super certo e te levando para mais perto dos seus objetivos.

Esse, no entanto, não é o único vilão dos nossos joelhos. Veja quais são os outros “eleitos” e previna-se!


Exercícios ou vilões? O que é preciso saber para não lesionarmos nossos joelhos?

Não tem jeito: os melhores amigos da nossa saúde são nossa atenção e nosso olhar atento para nossa anatomia e, principalmente, não recusar auxílio dos acessórios e estabilizadores presentes hoje no mercado.

Agachamento Pistol: um dos exercícios mais complexos

joelhos

O Agachamento Pistol é um exercício incrível e que apresenta resultados incríveis em poucas repetições. Basta uma, duas ou três séries para começar a sentir a deliciosa fadiga nos glúteos, coxas e panturrilhas.

No entanto, vale lembrar que esse é um dos exercícios que mais exige força e equilíbrio, sobretudo dos membros inferiores. Então, olha, é melhor não arriscar. Se você não se sentir preparado, não arrisque um menisco em troca de um movimento bonito na frente do espelho.

Se você quer aprimorar essa musculatura, saiba: invista em um bom Agachamento Búlgaro estabilizado com uma cadeira, bloco ou suporte antes de arriscar o Pistol. Os dois são excelentes para adquirir força nos mesmos grupos musculares e aposte no Pistol quando realmente se sentir preparado para executá-lo com toda a perfeição que seu corpo merece.

Afundo: seus joelhos ficam vulneráveis à lesões

joelhos

Se você tiver pernas realmente fortes, treinadas e um bom equilíbrio, a chance desse exercício provocar alguma lesão que te tire da academia ou das suas atividades cotidianas é realmente baixa.

No entanto, basta um descuido para colocar tudo à perder: não prestar atenção às curvas e alinhamento do corpo como um todo.

Em um Afundo bem feito, as coisas funcionam assim: a perna da frente fica com alinhamento perfeito entre tornozelo e joelho e a perna de trás tem seu joelho voltado para baixo enquanto ombros e quadris ficam alinhados.

Outra coisa que merece atenção especial é a importância de não encostar o joelho diretamente no chão. Isso faz com que os fluídos da sua patela, como aqueles presentes na bursa, fiquem irritados. Isso causa dor, inflamação, inchaço e em casos extremos, fraturas.

Essas informações trazidas por Chris Kolba, PhD em Fisioterapia da Universidade de Ohio são absolutamente valiosas e podem, de fato, nos deixar mais fortes, mais tranquilos em relação aos exercícios e muito mais saudáveis.

As 6 formas que o stress tem de acabar com a sua qualidade de vida

O stress é, segundo a Organização Mundial da Saúde a doença que mais faz vítimas em todo o mundo. Hoje, mais de  90% da população mundial provou em algum momento da vida algum sintoma dele.

Segundo a pesquisa, que foi realizada em 2013, mais de 70% dos brasileiros também estão bem a par do que é sofrer com os sintomas do stress: a boca fica seca, a memória falta nas horas mais importantes, a paciência se esgota, o desânimo aparece, as dores no corpo dão sinais – principalmente nas nossas costas – e a nossa qualidade de vida vai para o brejo.

Você certamente conhece alguém que já esteve nessa situação, isso se não foi você mesmo que passou por uma crise quando o stress chegou ao máximo: a sensação é a de que tudo aquilo que estamos fazendo – seja em nosso trabalho, seja em nossos estudos, seja em nossa vida familiar – realmente aparenta ter algum sentido.

E quando isso chega no limite, a sobrecarga é tamanha que mesmo nos finais de semana ou em nossas folgas, quando poderíamos descansar, conseguimos. Sofremos com os sintomas dos próximos dias que virão, com todas as tarefas, cobranças, demandas e obrigações que não nos sentimos prontos para encarar.

Se você chegou até aqui entendendo e se localizando em cada um desses sintomas, saiba: você faz parte dos 90% de pessoas no mundo todo que sofrem com o stress e hoje o que vamos fazer aqui, juntos, é entender como é que ele está afetando nossa qualidade de vida, quais os setores dela que são mais prejudicados e quais as estratégias que podemos adotar para dar um basta nisso tudo que tanto nos machuca.


6 sinais de que o stress está acabando com a sua qualidade de vida

Stress

Entender esses sinais faz parte de como começar a elaborar estratégias para fazer com que a sua vida se restabeleça em termos de qualidade, saúde e bem estar. Veja.

1 – O stress literalmente brinca com a sua cabeça

Você já teve a sensação de que trabalhar focado o tempo todo é a única forma de conseguir bons resultados e bom desempenho?

Você já notou que se sente exausto tentando manter o foco no que está fazendo?

Saiba: um estudo feito pela Universidade de Maryland Medical Center (UMMC) revelou que o stress afeta – e muito – a nossa capacidade de nos mantermos atentos, focados e inteirados do que está acontecendo ao nosso redor.

E aí é que está: enquanto nós nos sentimos pressionados a manter a atenção de forma constante, o stress está brincando com a nossa cabeça, fazendo com que entremos em um ciclo vicioso: é impossível manter a atenção, por mais que a gente se obrigue a manter. Isso, por fim, gera mais stress.

E se você acha isso pouco, ainda tem mais: o stress produz um hormônio chamado cortisol. Conforme os níveis desse hormônio aumentam, mais danificado fica nosso hipocampo – que é a área do cérebro responsável por nossa memória. E aí, a notícia é triste: quanto mais estressante tiver sido nossa vida, mais nosso cérebro tenderá a encolher em nossa meia-idade, graças à ação do cortisol.

2 – O stress aumenta o risco de sofrer um AVC ou um ataque cardíaco

Existe uma ligação perversa entre doenças vasculares e stress, porque ele, simplesmente, altera e eleva a nossa frequência cardíaca natural e faz com que a sobrecarga contraia nossas artérias.

Conforme o nível do hormônio do stress – o cortisol – aumenta, mais denso também fica o nosso sangue, fazendo com que ele lesione os revestimentos dos nossos vasos sanguíneos, inflamando-os.

Assim, quanto maior o stress, mais alta também será a pressão arterial, fazendo com que o risco de infarto também aumente consideravelmente.

3 – O stress acaba com a sua imunidade

Sabe aquela gripe persistente, a infecção urinária de repetição ou até mesmo aquelas infecções de garganta que aparecem quase todo mês?

Isso tudo tem a ver com o seu pico de stress, porque conforme ele aumenta, o seu corpo passa a pensar que está em risco iminente, fazendo com que seu sistema imunológico entenda que combater as infecções não é uma prioridade.

Assim, aquela gripe que deveria ser apenas um resfriado, acaba tomando dimensões colossais, te levando da cama para o médico e do médico para a farmácia, onde o gasto com medicação será também estressante para o seu bolso.

4 – Ele faz você envelhecer mais rápido

Isso porque ele altera toda a nossa fisiologia, fazendo com que, por exemplo, nossa pele receba menos nutrientes, menos sangue e menos água, o que pode fazer com que você acabe com uma fisionomia que nada tem a ver com a sua idade de fato.

E isso também vai além da pele e da aparência: nossos neurônios também sofrem com esse mesmo processo. E tem mais: as nossas células cerebrais, conforme envelhecem, podem fazer com que doenças como o Alzheimer possa se manifestar, bem como outros processos de demência e doenças degenerativas.

5 – Seu humor, seus relacionamentos e sua vida social também não ficam imunes

E isso tem uma causa diretamente relacionada ao seu sono: como você não consegue relaxar da forma que deveria, seu humor fica bem, mas bem flutuante e, por conta disso, estados de euforia – felicidade intensa – e depressão – infelicidade, desânimo e apatia – podem surgir.

E aí, não tem amigo, amor e família que resistam: a irritabilidade passa a ser um dado cada vez mais comum da sua vida e a baixa tolerância também, fazendo com que brigas, discussões e desapontamentos apareçam de forma cada vez mais constante nos seus relacionamentos.

6 – Você passa a sentir mais dor

Sabe aquela sensação de carregar o mundo nos ombros?

Isso tem a ver com tensão, basicamente. O corpo fica mais contraído, mais resistente ao relaxamento. Com isso, dores nas costas, dores de cabeça, dores musculares e até mesmo distúrbios gástricos se tornam companhia mais do que conhecida.


O que podemos fazer para mudar esse quadro?

Mais do que se perguntar o que podemos fazer para mudar o quadro de stress, é importante se perguntar o que fazer para evitá-lo.

Por mais difícil que seja lidar com o que as pessoas esperam, os prazos esperam e a vida espera, é necessário entrar em um acordo pessoal com isso. Isto é: simplesmente aprender a não tomar para si tudo aquilo que se deseja.

O trabalho não vai bem, mas você dá seu melhor?

Bem, é importante lembrar que outras pessoas e outros fatores também influenciam e é impossível gerenciar todos.

O relacionamento não vai bem?

Veja, é importante lembrar que o relacionamento depende também do outro, das suas posturas e da sua vontade.

A autocobrança, por mais essencial que seja, é um caminho sem volta: com o tempo, nada será tão perfeito ao ponto de sustentar sua felicidade, até porque, em suma, ela também depende de uma visão realista das possibilidades que te cercam.

Assim, o importante é começar a olhar para a vida, para as coisas, para os ambientes de forma mais racional: nem sempre – nunca, na verdade – as coisas sairão exatamente como você espera, até porque nem todas elas dependem unicamente dos seus esforços.

Mas se tem algo que realmente depende do seu esforço, é a sua capacidade de cuidar da sua saúde mental e física. Aí, entram várias soluções.

Eu, por exemplo, passei a praticar exercício físico diariamente quando notei que o meu nível de stress afetava todos à minha volta porque *me* afetava.

Descobri que o meu trabalho, stressante por definição – eu era professora 😉 – não me fazia mais feliz. Por isso, embarquei em uma outra jornada: abri minha empresa – e isso sem nenhum recurso que não o pessoal, trabalhando em minha própria cama durante muito tempo -, busquei clientes, ampliei meus negócios.

Hoje, trabalho com um número limitado de clientes. Faço o que realmente importa e aprendi a viver com muito menos dinheiro do que já tive. Isso, por sua vez, evita muito stress e muita dor de cabeça, já que as dívidas já não fazem mais parte da minha vida.

À medida que reduzi meu consumo, reduzi as dívidas porque consegui pagá-las. Hoje, posso, com felicidade, gastar um tênis até não poder mais e comprar outro, à vista, evitando mais dores de cabeça com gastos futuros.

A minha própria história me desafiou a olhar para meu caminho de forma diferente.

E é esse convite que lhe faço: vamos juntos mudar de vida?

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Ômega 3: alimentação e suplementação para uma saúde de ferro

O Ômega 3 é um tipo de ácido graxo – que é uma espécie de gordura presente em animais como o peixe, por exemplo e em outros alimentos – essencial para a nossa saúde e para a nossa vida.

Com a vida apressada que levamos, nem sempre temos tempo de comer direito e isso pode fazer com que nosso corpo fique carente de substâncias muito importantes para o seu funcionamento ideal.

Relacionado a isso, uma pesquisa criada na Escola de Medicina da Universidade de Saint Louis resultou em algo sensacional: o Ômega 3 – que é muito rico em peixes e frutos do mar e que nem sempre conseguimos comer regularmente – é essencial para a nossa saúde.

O Ômega 3, segundo essa pesquisa, quando é usado de forma regular impacta positivamente no tratamento do Alzheimer e ainda tem a capacidade de prevenir o surgimento da doença, que, segundo dados estatísticos, devem dobrar no Brasil até 2030.

Hoje, novos casos são diagnosticados a um ritmo de 55 mil por ano, entre pessoas com mais de 65 anos, de forma geral. Até 2030, com o crescimento da população de idosos e que é resultado da melhora da qualidade de vida, esses números devem aumentar.

E aí, de verdade: é melhor prevenir do que remediar, até porque a doença se manifesta antes de forma sutil: esquecemos, aos poucos, datas importantes, nomes, rostos, episódios marcantes da nossa vida e no fim, esquecemos também como comemos, como falamos, como respiramos.

Como tenho a certeza de que essa doença é uma preocupação que ronda nossas casas e nossas famílias e como sei que, paralelamente a isso, são muitas as pessoas que lidam com dores constantes e que são resultados de processos inflamatórios, tenho outra novidade para te contar.

O Ômega 3 também tem a capacidade de reduzir processos inflamatórios em nosso corpo, como aquelas dores que aparecem nas nossas pernas no fim de semana, quando o que mais queremos é aproveitar o tempo com nossos familiares ou aquela dor na coluna que tem a capacidade de estragar nosso dia de trabalho.

Existem também vários tipos de Ômega 3 e eles podem ser encontrados de diferentes formas, tanto na natureza quanto em forma de suplementos, para quando a dieta não provê a quantidade necessária para manter o corpo saudável ou para quando é preciso reforçar a ingestão dessa substância.


Quais são as melhores fontes de Ômega 3 entre os alimentos?

Ômega 3

O Ômega 3 é encontrado em quantidade abundante e suficiente para a promoção da nossa saúde nos seguintes alimentos:

  • Cavalinha
  • Salmão selvagem
  • Óleo de fígado de bacalhau
  • Nozes
  • Sementes de Chia
  • Arenque
  • Linhaça
  • Atum
  • Sardinhas
  • Sementes de cânhamo
  • Anchovas
  • Gemas de ovo

Para suprir nossa necessidade de consumo do Ômega 3, é importante que não consumamos, no entanto, somente um tipo desses alimentos, esperando que eles, por si só, cumpram o papel que todos, juntos, devem cumprir na suplementação.


As melhores formas de fazer a suplementação de Ômega 3

Ômega 3

Quando não ingerimos em quantidades suficientes, o Ômega 3 precisa de suplementação para que nosso corpo consiga trabalhar da forma ideal.

Se não acontece isso de forma ideal, os sintomas logo aparecem. Aí, as dores no corpo surgem, bem como os processos inflamatórios.

Em forma de cápsula gelatinosa, óleo ou mesmo para tomar em doses diárias, temos opções suplementos que dão conta rapidinho do recado de nos manter saudáveis.

1 – Óleo de peixe

O óleo de peixe é rico em tipos específicos de Ômega 3, o EPA e o DHA – que são as substâncias mais predominantes nas moléculas de Ômega 3. Esse é o tipo mais acessível, mais barato e mais disponível para o consumo humano.

2 – Óleo de Fígado de Bacalhau

Esse tipo de óleo é rico não só no EPA e no DHA como também é rico em vitamina A e vitamina D, que são essenciais para a nossa boa saúde. A carência dessas vitaminas pode comprometer com seriedade nossa saúde, nos levando a condições como deficiência de cálcio, por exemplo.

3 – Óleo de Krill

Outro fruto do mar que nos fornece quantidades sensacionais de Ômega 3 é o Krill.

Ele é nativo do Atlântico e parece com um camarão e seu óleo tem em sua composição, além do Ômega 3, a astaxantina, que pode ser incrível combatendo os efeitos do envelhecimento precoce causados pela ação dos radicais livres.

4 – Óleo de Algas

Se você é alérgico a frutos do mar, o óleo de algas é uma baita de uma fonte de Ômega 3 e pode fazer a suplementação das suas carências desse nutriente essencial.

Em termos de quantidade, a presença de Ômega 3 nesse óleo é semelhante àquela que pode ser encontrada em uma boa porção de salmão cozido, por exemplo.

5 – Óleo de Linhaça

Especialmente criado para pessoas que aderiram à dietas vegetarianas ou veganas, esse óleo é essencial para que seja feita a suplementação do ácido graxo.

Ele é rico em um tipo de substância chamada ALA, que funciona como o EPA e o DHA.


O que levar em conta na hora de comprar seu suplemento de Ômega 3

Ômega 3

Note sempre o tipo de suplemento que você está comprando

E não compre gato por lebre: os ácidos graxos ativos e presentes no suplemento são o DHA e o EPA. Quando a composição apresenta a mistura dos dois, ela está pronta para oferecer ainda mais benefícios para o seu corpo e para a sua saúde.

Fique de olho na dosagem

Sempre fique de olho na dosagem do Ômega 3, ainda que isso seja um grande desafio para sua rotina.

Atentar para a quantidade de EPA e DHA presente no suplemento escolhido, é importante notar se ali há pelo menos de 250 a 500 miligramas dessas duas substâncias.

Quanto mais fresco, melhor

É ideal sempre consumir óleos frescos e atentar sempre para a data de validade do suplemento que você deseja consumir. É que quanto mais envelhecido, mais perto de rançoso ele pode ficar, inviabilizando seu consumo.

Óleo precisa ser puro

Não subestime as certificações que seu óleo precisa ter, bem como se ela obedece ou não padrões internacionais.

Requerê-lo é essencial para que você saiba exatamente do que se trata o seu Ômega 3, principalmente se ele realmente livre de toxinas, metais pesados, oxidação ou se se trata de um produto de alta qualidade.

Receitas low-carb para fazer em casa e emagrecer com saúde

A dieta low-carb é acessível e emagrecer com saúde e comendo bem não precisa ser um grande desafio, nem para você, nem para o seu estômago, nem para a sua carteira.

Muitas são as vezes que achamos que dietas como a low-carb são caras, trabalhosas e exigem que fiquemos sem comer as coisas de que gostamos.

O fato é que isso não é verdadeiro: existem receitas incríveis, low-carb, fáceis de fazer e muito saborosas à nossa disposição.

E para fazê-las vale a jornada à cozinha, viu? É uma garantia de mais saúde, mais sabor e mais prazer na alimentação.

Confira receitas criativas, econômicas e deliciosamente com baixo teor de carboidratos e comece já a preparar seu cardápio semanal de deliciosas comidinhas que ainda vão te ajudar a manter a balança e a saúde em dia.

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PÃO LOW-CARB

Uma receitinha super simples com nada de trigo para quem quer correr mesmo do carboidrato, se alimentar e não dispensa um café da manhã com sabor, energia e saúde!

Para fazer o seu pão low-carb você vai precisar de:

  • 1 tampinha de fermento químico em pó – o mesmo utilizado para fazer bolos;
  • 1 colher de sopa de queijo ralado – recomendamos o parmesão, mas pode ser qualquer um de sua preferência;
  • 1 ovo inteiro;
  • 2 colheres de sopa de requeijão ou cream cheese.

Como preparar:

  1. Em uma travessa refratária – de vidro – misture todos os ingredientes;
  2. Leve ao forno microondas por três minutos;
  3. Depois de três minutos, retire o pão do microondas, coloque o recheio de sua preferência e deixe no grill para ficar bem dourado e bem crocante.

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PÃO SEM GLÚTEN E SEM LACTOSE

Fofinho e sem nada que possa te deixar inchado e estufado: um pão sem nada de glúten e ainda sem lactose para chamar de seu pão preferido.

Você vai precisar de:

  • 6 ovos inteiros;
  • 2 xícaras de chá de farinha de linhaça dourada já passada pela peneira;
  • Meia xícara de chá de farinha de feijão branco também peneirada;
  • 1 xícara de chá de leite de coco;
  • 3 colheres de chá de fermento químico – o mesmo utilizado para fazer bolo.

Como preparar:

  1. Coloque na batedeira os seis ovos e misture-os;
  2. Depois, junte aos ovos, junte a farinha de linhaça dourada, a farinha de feijão  branco e também o leite de coco e continue a mexer;
  3. Agora, com tudo bem misturado, acrescente aos poucos o fermento químico e continue mexendo em velocidade baixa;
  4. Coloque a mistura em uma forma de silicone ou em uma de metal própria para pães previamente untada;
  5. Asse por 30 minutos em forno pré-aquecido e em temperatura de 180º C.

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CREPIOCA COM BAIXO LOW-CARB

Esse é um café da manhã para quem, definitivamente, quer manter a dieta e o sabor, bem como o prazer de comer comidinhas fáceis e gostosas sem deixar a balança mudar seus ponteiros 🙂

Você vai precisar de:

  • 1 ovo inteiro;
  • 1 colher de sopa de goma de tapioca;
  • 1 colher de sopa de queijo parmesão ou queijo mussarela, ambos ralados no lado grosso do ralador;
  • 1 colher de sopa de cream cheese ou de requeijão;
  • 1 fatia de queijo prato ou qualquer queijo magro de sua preferência, como, por exemplo, o queijo branco.

Como preparar:

  1. Em uma tigela, misture o ovo, a goma de tapioca e o queijo ralado que você escolheu;
  2. Misture bem, de forma que você consiga criar uma massa bem homogênea;
  3. Agora você pode colocar temperos conforme seu gosto e depois coloque em uma frigideira já untada com azeite extra-virgem;
  4. Espere ficar bem dourado e depois vire a massa, como uma panqueca. Aí então é só rechear com o cream cheese e o queijo magro de sua preferência. Para que o queijo derreta, feche a crepioca.

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PÃOZINHO PROTEICO

Para começar bem o dia e já enfrentar até mesmo a academia com esse pãozinho proteico que é cheio de substâncias super nutritivas e que fazem muito bem para a nossa saúde.

Você vai precisar de:

  • 1 ovo inteiro;
  • 1 colher de café de queijo parmesão ralado na parte mais fina do ralador;
  • 1 colher de sopa de farinha de linhaça dourada e já peneirada;
  • 1 colher de sopa de farinha de feijão branco, também já peneirada;
  • 1 colher de café de manteiga;
  • 1 colher de café de fermento químico em pó, como o de bolo;
  • 8 colheres de sopa de água.

Para fazer o recheio:

  • Uma fatia de presunto, magro;
  • Uma fatia de queijo mussarela, magro;
  • 1 colher de sopa rasa de requeijão cremoso;
  • 4 tomates cereja cortados ao meio ou duas fatias finas de tomate;
  • Folhinhas de manjericão ou orégano a gosto para temperar o pãozinho.

Como preparar:

  1. Em uma tigela, misture todos os ingredientes com a colher;
  2. Deixe o grill já aquecendo – se você não tiver um, a sanduicheira ou a frigideira já são muitíssimo úteis, desde que sejam antiaderentes;
  3. Coloque duas partes da passa no grill e asse por pelo menos um minuto, a depender da sua potência;
  4. Adicione o requeijão, o presunto, o queijo, o tomate e também o manjericão;
  5. Cubra o recheio com o restante da massa e feche novamente o grill.

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PÃOZINHO SEM CARBOIDRATO E COM FARINHA DE AMÊNDOAS E CASTANHA DE CAJU

Um pãozinho super fácil de fazer e super rápido, para quem adora o refinamento das amêndoas e toda a potência nutricional das oleaginosas.

Você vai precisar de:

  • 3/4 de xícara de chá de farinha de amêndoas;
  • 1 xícara de chá de farinha de castanha de caju;
  • 1 colher de sopa de óleo de coco;
  • Meia colher de chá de mel;
  • Meia colher de chá de goma xantana;
  • 1 pitada de bicarbonato de sódio;
  • 1 colher de sopa de fermento em pó;
  • 4 gemas;
  • 4 claras em neve batidas até formar picos firmes;
  • 1 colher de café de essência de baunilha;
  • Meia xícara de chá de água.

Como preparar:

  1. Em uma tigela, misture bem todos os ingredientes secos;
  2. Em outra tigela, bata as claras em neve até formar picos firmes;
  3. Misture, usando uma batedeira, as gemas e os ingredientes secos;
  4. Acrescente meia xícara de água ou algum leite vegetal de sua preferência;
  5. Acrescente as claras em neve, misturando devagar para não comprometer a consistência;
  6. Coloque tudo em uma forma redonda de pelo menos 25 cm;
  7. Asse em forno pré-aquecido por 30 minutos na temperatura de 180º C.

Dietas perigosas: quando emagrecer se torna perigoso

Se você está na luta para emagrecer, conta para mim: você já se deparou com links e chamadas duvidosas falando coisas como “perca dez quilos em uma semana”?

Saiba: por mais absurdo que isso seja, realmente tem pessoas que se aproveitam da boa fé dos outros tentando vender dietas, suplementos e emagrecedores que colocam nossa vida em risco em nome de um senso de saúde e de um senso estético irreal.

E aí, vão dias e dias de ansiedade, de restrições alimentares e até mesmo de água enquanto a balança e o seu ponteiro acabam se tornando vigilantes que podem, em últimos casos, levar a pessoa que se submete a dietas extremas desenvolver quadros de transtorno de ansiedade, bulimia ou, em casos mais complicados, anorexia.

Ou seja: distúrbios criados com base em pressões estéticas e sociais que, em nome da magreza, sacrificam nossa saúde.

Quando tentar emagrecer se torna realmente um risco para a saúde

Emagrecer

Dietas que prometem emagrecimento rápido – como essas que são vistas em links com chamadas duvidosas em grandes sites – são, geralmente, hipocalóricas e exigem restrições severas.

Veja: em uma dieta equilibrada, uma pessoa saudável deve consumir, em média, de 2000 a 2500 calorias diariamente. Isso, obviamente, deve ser dividido em certos grupos alimentares para que haja realmente o que chamamos de equilíbrio.

Emagrecer depende de saber como comer

Emagrecer

  • 55 a 75% da energia total diária deve ter origem nos hidratos de carbono – que são encontrados em arroz, feijão, trigo, milho, massas e cereais;
  • 15 a 30% deve ser fornecida pelos lipídeos – que estão presentes em óleos vegetais, sementes oleaginosas como macadâmia, amêndoas e coco;
  • 10 a 15% deve ser proveniente das proteínas – que são encontrados nos ovos, carnes, queijos e iogurtes.

A hidratação é essencial para emagrecer

Ademais, considerando que nosso corpo é composto por 75% de líquidos, não podemos negligenciar o consumo de água, sucos, sopas e outros alimentos que tenham grande teor de água.

O problema é que mesmo considerando todos esses fatores, não são poucas as dietas que pregam extremismos como, por exemplo, ter uma alimentação exclusivamente líquida ou exclusivamente proteica, negligenciando, portanto, outros elementos que são essenciais para o nosso corpo viver bem e com saúde.

Outras dietas ainda mais arriscadas não param de surgir, no entanto, como se pregar a redução radical de calorias não fosse suficientemente prejudicial. Um exemplo disso são aquelas que envolvem a utilização indiscriminada de hormônios, como o HCG.

Emagrecer

Essa dieta chama a atenção pela forma com que se promete o emagrecimento, que além de rápido seria, segundo quem o vende, absolutamente permanente: seja através da combinação de injeções do hormônio, utilização de cremes ricos na substância ou em forma de pílulas, se associa a isso a dieta hipocalórica, prometendo não só o fim do ganho de peso como também a dissolução da gordura localizada.

A questão é que a aplicação de hormônios é totalmente ineficaz por si só. O que, certamente se esconde do paciente é que para alcançar o tal resultado milagroso o consumo de calorias tem de ser algo em torno de 800 diárias.

Isso não só colocaria a vida em risco como, sobretudo, engana quem acaba por investir em um método absolutamente caro e perigoso para emagrecer.

Quando é possível emagrecer de forma saudável

Emagrecer

Para responder a essa pergunta, antes de qualquer coisa é preciso afirmar que, sim, é possível perder peso sem arriscar a saúde. E mais: é possível perder peso vivendo, inclusive, com mais saúde.

Só que é aí é muitos desanimam e desistem de conquistar uma vida mais saudável: não existe receita milagrosa ou simples. O caminho para essa conquista é sim permeado por algumas renúncias e mudanças radicais de hábitos.

Assim, sim: emagrecer envolve dar início a um projeto de vida diferente, onde atividade física, alimentação equilibrada e saudável devem ser marcas fundamentais. Dessa forma, não tem jeito: é preciso arregaçar as mangas, colocar o corpo para suar e colocar-se um verdadeiro propósito onde a saúde seja o fim e o meio.

Como começar a colocar hábitos saudáveis em prática

Emagrecer

Certamente, se você conversar com seus amigos, vizinhos e familiares encontrará muitas pessoas que também estão insatisfeitas com o corpo, com o peso e sofrendo os efeitos de uma alimentação desequilibrada – não são raros, inclusive, os casos em que uma família inteira está acima do peso, incluindo crianças (que hoje são um grupo de risco e um alvo fácil de quem vende alimentos industrializados hipercalóricos e pouquíssimo saudáveis).

Começar a mudar de vida, muitas vezes, é uma prática solitária e quando encontramos não só a força mas a companhia de pessoas próximas, isso se torna muito mais fácil.

É por isso que conversar pode ser uma boa forma de começar a colocar em prática hábitos mais saudáveis. Pode-se começar um grupo de caminhada, um café da tarde com saúde e itinerante ou até mesmo encontrar um parceiro empolgado para começar a frequentar uma academia. O fato é: alimentar-se é um ato não só de subsistência, mas também cultural. Entender esse processo é, portanto, uma forma incrível de aprender a viver com mais saúde inclusive com as pessoas de que gostamos e de que cuidamos.

É isso que torna, por fim, as ideias extremas cada vez menos atraentes, porque encontramos em um caminho mais duradouro, apoio e companheiros dispostos a viver mais e melhor – e em conjunto.

Spirulina e quitosana: o que são os suplementos do momento?

Você conhece a spirulina e a quitosana?

Hoje, para muitos, emagrecer pode ser um grande desafio, principalmente pelo estilo de vida que levamos, já que nem sempre sobra tempo ou disposição para cozinhar todos os dias e acabamos quase sempre apelando para redes de fast food ou mesmo buffets que não nos servem a quantidade ideal de nutrientes para nós nos mantermos saciados, o que faz com que comamos mais.

Aí, não tem jeito: os quilos aumentam, a disposição cai e temos de buscar suplementos para retomar nossa qualidade de vida.

Entre os suplementos do momento estão a spirulina e a quitosana, que juntos formam um blend poderoso capaz de não só fazer com que percamos peso como eliminemos gorduras perigosas, como as que se localizam no abdômen e que são capazes de potencializar o risco de sofrermos de doenças cardiovasculares.

O que é a spirulina

Spirulina e Quitosana

A spirulina é um tipo de cianobactéria muito rica nutricionalmente, que não contém qualquer tipo de gordura ou de carboidrato e que já é conhecida e consumida há mais de dois mil anos por povos no mundo todo.

Agora, redescoberta, outras propriedades suas se tornaram empolgantes graças ao aumento da saciedade que ela proporciona, uma vez que é muito rica em proteínas e também em nutrientes que fazem com que o corpo funcione de acordo com suas funções naturais. Com a saciedade controlada pela ação da spirulina, a vontade de comer doces também desaparece.

Outra função fundamental da cianobactéria é a de depurar, desintoxicar e limpar os intestinos, além de também acelerar o metabolismo. Esse combo de ações positivas da spirulina faz com que a retenção de líquidos seja diminuída, proporcionando mais qualidade de vida e bem estar para quem a consome.

Em pesquisas recentes, também se descobriu que, por ser rica em magnésio e um dos alimentos mais ricos em ferro que existem no mundo, ela acaba fazendo com que quem a tome tenha um plus no quesito atenção e melhora no humor. Assim, vem sendo indicada também para terapias complementares de quadros depressivos e no tratamento de, por exemplo, déficit de atenção.

Ainda existem estudos que apontam que a spirulina é um dos alimentos cujo 60 a 70% de todo o seu peso é composto por proteínas, o que, por fim, acaba colocando-a na frente de carnes, soja e até mesmo de ovos, que, até então, ficavam sempre em primeiro lugar na preferência de quem quer consumir mais proteínas.

Hoje é muito comum vê-la sendo comercializada em cápsulas, o que torna bem fácil o consumo daqueles que buscam uma opção saudável de alimentação, além do bom funcionamento do corpo todo. E, como o consumo é livre de qualquer exploração ou de fonte animal, veganos também podem consumi-la, sendo uma ótima opção de reposição de proteínas.

A spirulina é boa para:

  • Ter uma dieta equilibrada;
  • Fazer reposição de proteínas;
  • Perder peso;
  • Ter maior estabilidade de humor;
  • Fazer complementação de magnésio e ferro;
  • Acelerar o metabolismo;
  • Respeitar o bem-estar dos animais.

O que é a quitosana

Proveniente da carapaça de crustáceos, a quitosana é um suplemento natural que tem a capacidade de carregar consigo para o trato intestinal as gorduras que consumimos durante as refeições.

Por essa sua capacidade tão peculiar, a de se grudar em gorduras, a quitosana é um suplemento que facilita o trânsito intestinal e faz com que as gorduras não sejam absorvidas por completo por nosso organismo – o que pode ser muito positivo para aqueles que buscam a redução do colesterol, por exemplo.

Rica em fibras, a quitosana também tem em suas funções reguladoras do fluxo intestinal, prevenindo constipações e prisões de ventre cíclicas.

Quando associada à prática de esportes e a uma alimentação equilibrada, a quitosana também é um medicamento natural que pode conduzir quem a toma para a perda de peso.

Há, no entanto, um alerta providencial àquelas pessoas que desejam experimentar os benefícios da quitosana: como ela é feita a partir da casca de crustáceos, é muito importante que pessoas alérgicas a esse tipo de alimento não a consumam, pois a ingestão do suplemento pode causar graves riscos à saúde.

A quitosana é boa para:

  • Melhorar o trânsito intestinal;
  • Perder peso;
  • Estabilizar as taxas de colesterol.

Quando spirulina e quitosana se unem

Os efeitos de emagrecimento são perceptíveis e costumam aparecer rapidamente – existem casos em que as duas substâncias associadas responderam com eficácia e fizeram o peso baixar em poucas semanas. Esse efeito é potencializado com uma dieta hipocalórica e com exercícios físicos.

Outra questão que também está ligada ao funcionamento da spirulina e da quitosana é o emagrecimento duradouro, que se afasta dos conhecidos efeitos-sanfona – que são os grandes inimigos do bem-estar e da própria saúde, uma vez que a variação de peso pode causar aumento em taxas de glicemia e colesterol, elevando o risco de diabetes e de doenças vasculares.

Além disso, a melhora da qualidade de vida, o aumento da saciedade, os benefícios relacionados ao humor e à melhora do funcionamento do aparelho digestivo também estão intimamente associados às substâncias, que tem, sem dúvida, contribuído positivamente com a saúde das pessoas que topam o desafio de consumi-las.

Colágeno: 5 benefícios incríveis

O colágeno é uma espécie de proteína animal rica em aminoácidos, tais como arginina, glutamina, glicina e prolina. 


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Essas substâncias são muito ricas em carnes que nós não costumamos comer, como fígado, rins ou coração. Como essas partes não são de ingestão comum na dieta do ocidente, acabamos por não ter o suprimento adequado de colágeno pelas vias naturais.

Nossa dieta típica, no entanto, é muito rica em outras formas “não essenciais” de aminoácidos. Eles, embora sejam chamados de não essenciais, saibam: eles tem papeis super importantes na manutenção da nossa saúde.

Colágeno Tipo I e III e Tipo II

No entanto, quando estamos passando por fases mais estressantes da nossa vida, temos uma redução da nossa capacidade de produzir, por nós mesmos, os aminoácidos não essenciais necessários para a manutenção da nossa saúde. Aí, a forma de suplementação entra em jogo.

Para entender o quanto esses aminoácidos são importantes, veja quais são suas principais funções:

  • Prolina

Compõe quase 15% do colágeno, junto da glicina. É a prolina quem faz com que nossos vasos sanguíneos se mantenham íntegros, melhorando muito a qualidade das nossas articulações, além do funcionamento do nosso coração.

  • Glicina

33% do colágeno é composto por glicina. Seu papel é de suma importância: se concentra em formar de forma saudável os filamentos do nosso DNA. Além disso, ela também forma a creatina, que é o que faz com que os nossos músculos se desenvolvam com saúde. Além disso, também há maior produção de energia para ser consumida por nossos músculos durante o treino quando a produção da glicina anda em ordem.

  • Glutamina

A glutamina é o aminoácido mais importante do nosso corpo e é produzida de forma natural por nosso corpo quando há suporte alimentar adequado.

Ela é responsável por prevenir quadros de ansiedade, insônia, falta de concentração, baixa energia, deficiências imunológicas, distúrbios do sono, depressão e tensões. Além disso, quando a glutamina é produzida de forma suficiente pelo nosso organismo, também temos a boa produção dos hormônios que fazem com que cresçamos em tempo correto e de forma apropriada.

  • Arginina

Fundamental para a saúde das nossas artérias e do nosso sistema cardíaco, a arginina é um aminoácido essencial para tratar e manter saudável nosso sistema circulatório, nosso sistema imunológico e ainda dá um up na saúde sexual, mantendo em dia a libido.


Os benefícios do colágeno: 5 razões para você usar regularmente

1 – Melhora a saúde da nossa pele e dos nossos cabelos

Pele e cabelos

Conforme o tempo passa, é natural que a produção de colágeno também diminua em nosso corpo. Isso faz com que a nossa pele pareça ficar mais solta à medida do tempo, com menos elasticidade e com mais ruga do que aparentava durante a juventude.

Quando nós fazemos a reposição do colágeno de tipo 1 e 3, temos uma melhora considerável nesse aspecto da nossa pele, reduzindo também estrias e celulites. E se você acha que os benefícios param na pele, saiba: nossos cabelos também amam colágeno. Ficam mais sedosos, macios e muito mais brilhantes à medida que consumimos e suplementamos o colágeno.

2 – Faz com que as dores articulares relacionadas à degeneração de cartilagens amenizem

Cartilagens

Sabe aquela sensação de que as pernas estão travando ou a dor que aparece de repente no corpo, como se fosse fruto de um travamento, de uma sensação de que aquela região precisa estalar, mas você não consegue?

Isso pode ser resultado da falta de colágeno nas suas articulações e isso é explicado pela mobilidade que nossos tendões e ligamentos adquirem para compensar a mobilidade da nossa articulação sem os seus “amortecedores” naturais, que são as nossas cartilagens.

Com a reposição do colágeno de tipo 2, temos a reestruturação desses tecidos, proporcionando melhor qualidade de vida e o fim dessa sensação de travamento articular.

3 – Trata a síndrome do intestino permeável

Instestino

A síndrome do intestino permeável é uma doença que favorece permeabilidade intestinal, fazendo com que toxinas que podem intoxicar nosso organismo passem pelas paredes do intestino.

No contexto dessa síndrome o colágeno é de suma importância, já que ele faz com que haja uma ação calmante do trato intestinal, promovendo a cura de células danificadas através dos aminoácidos que tem ação curativa.

4 – O colágeno faz com que o nosso metabolismo aumente, bem como a nossa massa muscular

Metabolismo

O colágeno pode aumentar também o seu metabolismo, auxiliando o ganho de massa magra e ainda convertendo nutrientes considerados essenciais ao nosso corpo.

Esse é o papel da glicina, que também auxilia na conversão da glicose em energia no interior das nossas células musculares, oferecendo potência para o nosso corpo exercer as suas principais funções.

5 – O uso regular de colágeno fortalece nossas unhas, cabelos e dentes

Sorriso

O colágeno faz com que as nossas unhas parem de rachar e descamar, fazendo também com que a perda de cabelo seja revertida, sobretudo em quadros agudos, uma vez que é uma substância essencial para a formação do nosso bulbo.

Colágeno

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8 superalimentos que combatem a dor

Os superalimentos já fazem parte da dieta de povos tradicionais e são utilizados por pessoas no mundo todo por conta de suas propriedades nutricionais: apenas um, sozinho, é capaz de, na quantidade apropriada, fornecer vitaminas, minerais e outros nutrientes em quantia suficiente para suprir nossa necessidade diária.


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Suplementação e exercícios: o combo da saúde para idosos


Outros, também tem propriedades que vão além da nutrição: combatem processos inflamatórios que podem gerar dores crônicas, agem nos sintomas mais acentuados da menopausa, da depressão, da fibromialgia e combatem intensamente a desnutrição, sendo, hoje, considerados por muitos especialistas, como uma das formas de nutrir com qualidade as pessoas que mais sofrem com a escassez de alimentos.

Conhecê-los é dar um primeiro passo para uma vida com mais saúde, mais bem estar e menos dor!


Cúrcuma ou açafrão

Superalimentos no prato

Superalimentos no prato

Uma raiz super poderosa que é muito rica em propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, que combatem vírus, bactérias, fungos e até mesmo o câncer e que está ao alcance de nossas mãos: geralmente utilizados como temperos em diversas receitas, de diversas culturas, também pode ser utilizado em cápsulas que favorecem a regularidade do uso.

Indicações

  • Tratamento de inflamações sistêmicas ou crônicas;
  • Prevenção do envelhecimento precoce;
  • Tratamento de quadros virais;
  • Tratamento de infecções bacterianas ou infestações fúngicas;
  • Prevenção do câncer;
  • Emagrecimento;
  • Tratamento do colesterol alto;
  • Equilíbrio das taxas glicêmicas;
  • Promoção da sensação de saciedade.

Gengibre

Anti-inflamatório até no suco

Anti-inflamatório até no suco

O gengibre é um termogênico importante da dieta de quem quer viver com mais saúde: ele não só acelera nosso metabolismo, como faz com que, através da maior utilização de energia, percamos peso. Assim, figura como um importante tratamento complementar para transtornos alimentares como sobrepeso, obesidade e relacionados.

Indicações

  • Prevenção do envelhecimento precoce favorecido pelas propriedades antioxidantes;
  • Tratamento para quadros de inflamações crônicas e generalizadas;
  • Suplementação de magnésio;
  • Tratamento de quadros agudos de náuseas e enjoos;
  • Manutenção da imunidade, afastando quadros de gripes e resfriados.

Aveia

Um dos superalimentos mais comuns em nossa dieta

Um dos superalimentos mais comuns em nossa dieta

Rico em proteínas, vitaminas, ferro, cálcio e muita, muita fibra, a aveia é nossa companheira há tempos no café da manhã e agora se espalha pelo Brasil como uma ótima forma de proporcionar nutrição adequada e ingestão de proteínas, podendo até mesmo, a partir dela, fazer um tipo de leite vegetal capaz de substituir com qualidade o leite de vaca.

Indicações

  • Repor e fazer suplementação de proteínas;
  • Tratar o alto índice de colesterol;
  • Regularizar o funcionamento do intestino;
  • Tratar quadros de hipertensão;
  • Favorecer o emagrecimento;
  • Fazer a suplementação vitamínica e tratar quadros de dor que possam estar correlacionados à má nutrição.

Spirulina e Chlorella

Dois superalimentos em um blend perfeito

Dois superalimentos em um blend perfeito

Os chamados vegetais do mar, são as algas que vem parar da água salgada direto para nosso prato e para trazer benefícios incríveis para a nossa saúde, que compreendem desde o emagrecimento até mesmo o tratamento de quadros inflamatórios e aumento da nossa imunidade. São comuns também os blends que compreendem as duas algas.

Indicações

  • Tratamento de quadros de anemia – por conter grandes fontes de ferro, zinco e selênio;
  • Suplementação de vitaminas do complexo A, E, K e B;
  • Tratamento de quadros inflamatórios;
  • Aumento da nossa imunidade;
  • Repositor de proteínas.

Quinoa

Direto dos Andes para o seu prato

Direto dos Andes para o seu prato

Há sete mil anos a quinoa já é utilizada pelos povos andino como forma de complemento alimentar. E não é para menos: ela tem um valor nutricional tão elevado, que a Organização das Nações Unidas, em sua pasta para alimentação dos povos, já a assume como um dos meios de erradicar a forme no mundo, tanto por sua forma simplificada de plantio quanto por sua forma de consumo.

Indicações

  • Suplementação de proteínas: 14% da quinoa é proteína pura e de fácil absorção;
  • Reposição de vitaminas dos complexos A, B, E e C e de minerais;
  • Tratamento de anemias graves, por ser rica em ferro, cálcio e fósforo;
  • Tratamento de problemas intestinais, por ser rica em magnésio e zinco.

Coco

Um alimento super funcional e multifacetado

Um alimento super funcional e multifacetado

Ele vai além do óleo para ser utilizado na pele e nos cabelos: há nele a água, o leite e até mesmo a sua deliciosa “carne”. Para além do seu alto teor de calorias, o coco é fundamental em uma dieta em que se busque uma boa qualidade das funções intestinais, porque suas gorduras fazem com que o trânsito intestinal seja otimizado, prevenindo o surgimento de sintomas como aqueles que podem levar, muitas vezes, ao hospital as pessoas já diagnosticadas com síndrome do intestino irritável, por exemplo.

Indicações

  • Prevenção de crises agudas de colite – quadro inflamatório severo do intestino;
  • Tratamento da baixa motilidade intestinal;
  • Tratamento de casos severos de desidratação.

Abacate

Um dos superalimentos mais acessíveis

Um dos superalimentos mais acessíveis

Mesmo que tido por muitos como rico em gorduras ruins para o nosso corpo, o abacate surpreende: ele é capaz de combater quadros de inflamação e ainda fazer com que o colesterol ruim seja baixado, enquanto aumenta as taxas de colesterol bom.

Além disso, é rico em tripofano, que é um tipo de aminoácido capaz de aumentar a nossa sensação de bem-estar, prazer e felicidade

Indicações

  • Proporciona a qualidade da circulação;
  • Melhora os níveis de bem-estar;
  • Combate sintomas da depressão.

Colágeno

Colágeno Tipo II

Um suplemento alimentar que pode tratar tecidos cartilaginosos, regenerando-os, sem que, no entanto, afete a saúde: com ele, não há alteração do quadro glicêmico, não há aumento de peso e tampouco alteração em níveis hormonais. A regeneração proporcionada pode garantir que a dor nas articulações diminua, garantindo mais qualidade de vida.

Indicações

  • Tratamento de artrose;
  • Tratamento de artrite;
  • Tratamento para o desgaste de cartilagens.

A introdução de superalimentos em nossa dieta

A prática é fácil: una alimentos que possam ser combinados em sua dieta. Por exemplo: um bom suco de limão, rico em gengibre. Um bom prato de abacate com aveia ou quinoa, ou a introdução do açafrão como tempero do seu prato preferido. Eles são acessíveis, fáceis de deglutir e, ainda mais, transformadores da nossa vida e da nossa dieta.

Rendimento escolar e exercício físico: combinação nota 10

O rendimento escolar e o exercício físico tem tudo a ver e nessa hora em que as aulas voltam para muitas crianças e adolescentes, a notícia vem em boa hora: um estudo da Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos, ligou a eficácia da prática de atividade física relacionada à promoção do bem estar entre crianças e adolescentes, promovendo, indiretamente, maior rendimento escolar. 


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Correr ou caminhar: o que é melhor para perder peso?

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A atividade física na infância e na adolescência está relacionada também com maior flexibilidade cognitiva, com maior habilidade de prestar atenção e ainda faz com que a criança ou o adolescente adote também comportamentos mais saudáveis ao longo da vida.

Nessa fase a prática de atividade física ainda está relacionada com a sensação de bem estar, com a brincadeira e com o convívio entre amigos.

Essas posturas e atividades, quando não só adotadas mas estimuladas tanto na escola quanto no ambiente familiar são capazes de fazer com que uma memória positiva relacionada à vida saudável se construa desde cedo.

Dessa maneira, conforme o tempo passar, o jovem, o adulto e o idoso se relacionarão de maneira mais afetuosa com o próprio corpo, que aparece sempre como instrumento das boas lembranças e construções criadas já na infância.


O rendimento escolar e o exercício físico

Rendimento escolar

Existe uma relação direta entre a forma com que os nossos músculos aproveitam o oxigênio no interior das nossas células para produzir energia e a forma com que desempenhamos nossas funções de estudantes e produzimos conhecimento, principalmente quando estamos na primeira fase escolar, que, para muitos, é a etapa decisiva onde tomamos mesmo gosto pelo ato de estudar.

Isso porque, à medida que nos exercitamos, produzimos mais neurônios e, por conseguinte, temos maior número de células nervosas capazes de produzir sinapses.

“São as sinapses que permitem que a comunicação intracelular se consolide, gerando, por sua vez, mais aprendizagem”.

Foi isso o que Luís Bettencourt Sardinha, em Lisboa, trouxe enquanto novidade para a neurociência. Ele o fez em sua fala no Nono Simpósio European Youth Heart Study.

Além dele, outros pesquisadores dessa máquina incrível que é o nosso corpo abordaram questões relacionadas ao sedentarismo, sobrepeso, obesidade, alimentação típica e alimentação saudável, além das questões relacionadas à atividade física e atividade esportiva no desenvolvimento do cérebro, sobretudo na infância e na adolescência.

Luís Bettencourt também informou que por mais que a atividade física esteja também ligada com a saúde cardiovascular, é importante lembrar que dados como esse fazem sentido somente em outras etapas da vida, quando surgem, com ela, os problemas relacionados à saúde.

Assim, o especialista coloca como essencial que exista tanto o monitoramento por parte das escolas em relação à atividade física praticada por seus alunos no interior dela – como nas aulas de educação física, por exemplo – como por parte da comunidade escolar – e nela está incluída a família do discente – sobre como anda a vida realmente ativa dos seus alunos.


O exercício físico na primeira infância

Nessa primeira fase da vida, principalmente quando as crianças vão à escola pela primeira vez, a atividade física se confunde com o ato de brincar.

A estimulação deve ser feita sobretudo entre aquelas que não tem companheiros em casa e que dividem sua atenção apenas com brinquedos e seus familiares adultos.

Entre os menores, cobrar a escola por um programa de brincadeiras realmente ativas pode ser uma forma de garantir mais saúde conforme o tempo passa e cada vez mais atenção na sala de aula. Isso se deve, sobretudo, à utilização de energia que se dá no interior das células, coisa que está a todo vapor na infância.

Além disso, brincar também promove noites mais bem dormidas, mais bom humor, mais criatividade e mais felicidade, dada a produção de hormônios que estão ligados à sensação de prazer.

Depois, conforme o tempo passa, ainda há também um plus nessa brincadeira: crianças mais ativas tendem a se tornar adultos mais ativos.

Assim, obesidade, sobrepeso, diabetes, problemas de saúde relacionados ao metabolismo, sedentarismo e depressão podem ficar mais distantes do seu filho.

Por fim, há também que se lembrar que nesse caso o que nos é caro – que é a nossa saúde – é bem barata: brincar exige, apenas, espaço. As cidades tem equipamento urbano para proporcionar lugares seguros em que as crianças possam se reunir para além do espaço escolar, mantendo-as ativas inclusive nos finais de semana e garantindo que o começo das aulas, já na segunda-feira, não seja motivo para choro.

Afinal, quando o ambiente em si proporciona essa interação – que obviamente deve ser promovida e assegurada pelos profissionais que acompanham a criança – há mais motivação para acompanhar com mais atenção as aulas, maior rendimento escolar, instruções e mais satisfação relacionada ao temido “ir para a escola”.

Assim, seja na infância, na adolescência ou na vida adulta, o negócio é realmente investir na atividade física para investir na nossa própria saúde.

Lesão osteocondral: o que é e como tratar

As nossas cartilagens são como amortecedores do nosso corpo e funcionam tais como são os amortecedores dos tênis que utilizamos. Elas recobrem toda a parte de contato entre um osso e outro e quando sofrem algum processo degenerativo ou mesmo uma lesão, o quadro que isso gera pode ser de muita dor, principalmente porque quando isso ocorre a superfície de contato entre os ossos fica exposta.

Qualquer processo degenerativo nas cartilagens, uma separação ou mesmo uma lesão que rompa a cartilagem, recebe o nome de lesão osteocondral. Ainda que o processo não envolva diretamente os ossos, eles podem ser atingidos e podem sofrer desgaste, principalmente por conta da exposição óssea.

Nossos joelhos, tornozelos e cotovelos são os locais mais sensíveis às lesões osteocondrais e protegê-los é sempre um primeiro passo para evitar que hajam maiores complicações relacionadas às lesões mais comuns de cartilagens, que são muito frequentes entre os atletas, sejam eles profissionais ou amadores.


Os principais sintomas da lesão osteocondral

  • Dor intensa que piora com a atividade física de impacto;
  • Inchaço persistente na articulação lesionada;
  • Sensação de instabilidade no local da lesão;
  • Sensação de bloqueio ou travamento na articulação que foi machucada.

Condições agravantes

  • Histórico de traumas ou cirurgias na articulação comprometida podem ser um indício de lesão osteocondral;
  • Atleta jovem, cuja lesão tem a população mais frequente.

Diagnóstico: a medicina esportiva entra em cena

Entre atletas, sejam eles amadores ou profissionais, o ideal é buscar um médico especialista no desporto, sobretudo porque ele é aquele que tem expertise em relacionar a história de exercícios com a lesão que o paciente apresenta.

Com ele, através da biodinâmica específica da articulação lesionada, será possível verificar como os movimentos são responsáveis pela dor, que aparece como resposta.

Exames complementares como tomografia, ressonância ou mesmo um raio-x podem ser solicitados para verificar se a lesão não se estendeu para a parte óssea. Como a ressonância magnética e a tomografia são os exames que realmente são capazes de mostrar os tecidos moles – entre os quais estão os tecidos cartilaginosos – é necessário também que se solicite um ou outro para verificar com acuidade como está, de fato, a articulação como um todo.


Métodos e formas de tratar a lesão osteocondral

As opções de tratamento dependem necessariamente do tipo de lesão que o paciente teve, bem como da idade, de quais são os objetivos do paciente em relação ao esporte, sua condição de saúde, tamanho da lesão, local da lesão e ainda da postura do próprio médico, que é o profissional indicado para fazer a melhor avaliação e decisão do tratamento que deve ser oferecido como possibilidade ao paciente.

Algumas posturas são comuns entre os médicos para tratar esse tipo de lesão:

  • Uso de palmilhas;
  • Uso de joelheira, tornozeleira ou cotoveleira com compressão adequada para resguardar a articulação de movimentos que possam gerar dor;
  • Infiltrações com anti-inflamatórios adequados ao tipo de lesão;
  • Modificação do programa de atividade física ou suspensão da atividade física;
  • Procedimentos cirúrgicos;
  • Utilização de suplementos alimentares como colágeno de tipo 2;
  • Fisioterapia;
  • Pilates;
  • Ginástica global;
  • Acupuntura.

Como prevenir a lesão osteocondral

Ainda não existem formas que as ciências médicas possam afirmar como efetivas para prevenir que a lesão osteocondral aconteça e é realmente difícil prever quando ocorrerá uma lesão, sobretudo quando o que está sendo praticado é um esporte de contato, como, por exemplo, o futebol.

No entanto, ainda existem fatores que podem realmente evitar que o pior aconteça com as nossas articulações:

  • Manter o tônus e a força muscular em dia, porque são eles que oferecem suporte, força e flexibilidade para nossas articulações;
  • Sempre praticar exercícios que promovam a força e a flexibilidade, de forma que possa ser evitada uma lesão osteocondral por conta do reflexo que ganhamos através da manutenção dessas duas características de suma importância para uma prática de exercício saudável;
  • Cuidar bem dos níveis de cálcio e de vitamina D para manter em dia a saúde dos nossos ossos – o que inclui também retirar de nossa dieta alimentos que possam fazer com que a sua deterioração se acelere;
  • Observar atentamente os sinais que o corpo dá em relação ao treinamento ao qual nos submetemos, sendo especialmente atencioso em relação à sobrecargas e estresse das nossas articulações;
  • Buscar atendimento e suporte médico em qualquer sinal de dor, porque ela já pode ser um indício de que algo não vai bem com a nossa musculatura ou articulações.

E depois da lesão, como retomar a vida esportiva?

Depois que a lesão osteocondral acontece, a retomada para a vida esportiva depende necessariamente de como a lesão foi tratada. Interromper a prática esportiva depois da lesão costuma ser a melhor postura. Isso deve ocorrer por 4 a 12 semanas depois do trauma.

Se o tratamento requereu uma operação, é necessário que se espere a recuperação e cicatrização para depois retomar a atividade física.